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O Modelo de Auto Avaliação. Problemáticas e conceitos implicados

(Biblioteca - Dali)

São objectivos desta sessão:
Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares.
Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação.


Opcão -Tarefa 2:
Faça uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta os seguintes aspectos:
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria. Conceitos implicados.
- Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as BEs.
- Organização estrutural e funcional. Adequação e constrangimentos.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola.
- Competências do professor bibliotecário e estratégias implicadas na sua aplicação.

Análise Crítica

2ª parte da tarefa: Seleccione o contributo de um dos colegas e faça um comentário fundamentado à análise efectuada.


COMENTÁRIOS

Comentário que fiz às tarefas do colegas


Olá Helena,


Resolvi fazer um comentário a uma tarefa diferente da minha, e claro a tua foi a que me despertou mais curiosidade, uma vez que temos alguma experiência de trabalho comum, partilhámos preocupações e dificuldades.


Gostei muito da tua apresentação PowerPoint, está clara e acessível, tendo em conta que o público-alvo são professores que desconhecem o Modelo de Auto-Avaliação. Acho que esta apresentação fará sucesso em qualquer Escola. Todos os aspectos parecem-me bem conseguidos, na prática, talvez a tarefa de trabalho proposta aos professores, precise de ser melhor explicada.


Continuação de bom trabalho,


Celeste Ferreira




Olá Isabel,



Gostei muito da forma sintética como desenvolveu esta tarefa. Conseguiu fazer uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta os vários itens a abordar. Os constrangimentos que inúmera são de facto comuns à maioria das Bibliotecas Escolares, nomeadamente a fraca formação da equipa e a dificuldade em articular com alguns departamentos. São práticas que levarão o seu tempo a serem interiorizadas.


Menos compreensível é a falta de comunicação com os órgãos de gestão, uma vez que estes têm a responsabilidade de implementar e monitorizar o processo, quer envolvendo a escola, quer acompanhando o trabalho dos professores bibliotecários.


No que concerne aos fundos documentais insuficientes, podemos tentar minorar o problema, socorrendo-nos do apoio das Bibliotecas Municipais, do concurso a Projectos e trabalhando em colaboração com os professores coordenadores dos Cursos Profissionais (CEFs), grupos Promotores da Saúde e outros, que geralmente recebem verbas consideráveis, podendo uma fatia ser aplicada na compra de livros e outros materiais não-livro (filmes, CDs) de apoio aos cursos, mas que ficam na BE e servem toda a Escola.

Continuação de bom trabalho,


Celeste Ferreira


Comentários efectuados à minha tarefa

Olá Celeste

Escolhi comentar o teu trabalho, pelo facto, de já teres, tal como eu, implementado o modelo no ano transacto. Muitos dos trabalhos fazem uma análise do modelo, mas porque talvez ainda não tiveram oportunidade de o aplicar, não puderam apresentar a sua experiência em relação ao mesmo. No teu trabalho observamos essas duas vertentes, fazes uma óptima análise do modelo e apresentas um pouco da tua experiência na aplicação do modelo.


Referes logo na introdução, um aspecto que, por acaso esqueci-me de referir, mas que é muito pertinente e que também já fiz no início do ano lectivo anterior, isto é, quando elaborei o plano anual de actividades da BE, usei como referencial o modelo de auto-avaliação, e preocupei-me em recolher o mais possível de evidências ao longo do ano, ainda que com algumas dificuldades. Também referes algumas dificuldades iniciais na interiorização do processo de avaliação, mas parece-me pelo teu discurso que não tiveste muitos problemas no preenchimento do modelo de auto-avaliação e que tiveste a colaboração de todos. Elaboraste o relatório sózinha ou tiveste ajuda da equipa da BE e o conselho pedagógico e o director, preocuparam-se em se inteirar do mesmo? No meu caso, como referi no meu trabalho, confesso que não foi fácil elaborar o relatório e que o fiz praticamente sózinha, que ainda há muito a fazer a nível da recolha de evidências e que os vários intervenientes ( Director, CP, Departamentos curriculares) ainda não têm plena consciência do alcance da implementação deste modelo de auto-avaliação.


No teu caso, tu referes que a tua escola está ciente da importância da auto-avaliação da BE, o que é óptimo, e que estão a avançar muito bem na aplicação do modelo. Isso significa que têm feito um bom trabalho. Parabéns.
Carmen Fernandes


Olá Carmen,


Obrigada pelas palavras tão elogiadoras. Eu sou uma pessoa bastante positiva e penso que todos os obstáculos são contornáveis. A verdade é que também tenho a sorte de estar numa escola em que tenho muito apoio, que partiu logo de inicio da parte da direcção. No que concerne à aplicação do Modelo, fi-lo sozinha, com o apoio da coordenadora interconcelhia. Não sei se a Escola está ciente da importância da Auto-avaliação da BE, o que realmente se passa é que há uma grande colaboração com as minhas propostas, e melhor que isso começam a ser os professor a propor actividades e a procurar a BE para levar as turmas. Os grupos de trabalho professor/ turma são às vezes, acima da nossa capacidade de dar resposta. Sou de facto uma sortuda. Tenho sempre a casa cheia.No entanto à medida que vou desenvolvendo o meu trabalho na BE, vou tomando consciência de que cada vez há mais por fazer.Um abraço,
Celeste.


Boa noite Celeste.


Li o teu trabalho e achei-o interessante, visto reflectir uma experiência e uma atitude muito positivas face ao papel do professor bibliotecário. Sem dúvida que o trabalho anterior foi compensador e isso constitui um alento, uma janela aberta, para mim que estou a entrar neste mundo, não da biblioteca ou das actividades lúdicas, que sempre me atraíram, mas na perspectiva da coordenação da biblioteca que, afinal, parece-me, ao ler o teu trabalho, não ser tão negra como a vejo actualmente. Concordo plenamente contigo quando te referes aos constrangimentos pois a verdade é que "(...) os bons resultados nos trabalhos que os alunos realizaram na BE, o aumento das suas competências de literacia e de informação, raramente são atribuídos ao trabalho da BE". Por outro lado, vê-se que estás já numa fase em que o apoio da Direcção é um facto, o que é excelente. Parabéns pela mensagem transmitida, já que desmistificou o "bicho papão" que me parece este Modelo (talvez devido ao facto da minha escola se encontrar em grandes mudanças).


Maria Manuela Torres Paredes


Síntese das Formadoras - Sessão 2